Trabalho em equipe é o segredo para bons resultados

Muitos jovens, ao ingressarem na faculdade, têm o desejo de unir o trabalho com atividades prazerosas, no caso dos meninos, qualquer profissão que permita estar próximo, principalmente do futebol, está valendo. Entretanto, nem sempre é fácil atingir este objetivo, mas muitas das profissões existentes permitem unir-se ao esporte.
Dentre elas está a medicina, que permite trabalhar com todas as modalidades, estar perto da atividade que gosta e exercer a profissão que escolheu.
Mas há quem opte por esta área apenas depois de ter contato com ela, como foi o caso do cirurgião de joelho, William Jurjus Yousef, que durante o período de residência em ortopedia, gostou de trabalhar com as lesões esportivas. “Depois que fiz minha especialização e voltei ao Brasil, fui convidado para trabalhar no Coritiba Futebol Clube, onde estou há dez anos. Mas, além deste time, também fui médico da Seleção Brasileira de Futebol Sub-17 e Sub-20, da Seleção Brasileira de Canoagem, por dois anos, e tive o prazer de trabalhar, juntamente com o Dr. Mario Namba durante dos Jogos Panamericanos de 2007”, ressalta William.


Porém, apesar de cada modalidade ter sua peculiaridade, no que diz respeito às lesões, elas não se diferem muito. “Qualquer pessoa que pratica esporte está sujeita a lesões. Independente da modalidade esportiva seja a atividade de contato ou não, as possibilidade de lesionar-se existem, desde as mais leves até as mais graves, mesmo com todo o protocolo de prevenção usado pela comissão técnica”, explica o médico.
O que acontece é ter lesões mais comuns em determinados esportes. “No futebol, por se tratar de um esporte de contato e de muita intensidade física, as lesões mais comuns são: joelho, tornozelo e lesões musculares”, destaca William.
Mas, trabalhar com atletas de alto nível requer alguns cuidados, principalmente para a equipe médica. “Estes esportistas estão continuamente expostos na mídia e é exigido o máximo de sua performance. Isso faz com que o trabalho da equipe médica, junto a este tipo de atleta, exija muita dedicação para que as lesões sejam recuperadas no menor tempo possível, proporcionando o retorno no mesmo nível de atividade pré-lesão”, comenta.

Em relação à competitividade entre os atletas, diferente do que pensamos, é encarada não como concorrência e sim como companheirismo. “Depois de dez anos trabalhando no Coritiba, o que pude perceber é que, quanto mais unido for um grupo de jogadores, melhor serão os resultados da equipe”, revela William.
Por outro lado, a pressão aplicada nos jogadores é a mesma aplicada na equipe médica, que também precisa trabalhar unida para que os atletas tenham bons resultados. “Independente da modalidade, toda lesão em atleta recai com pressão sob o departamento médico e de fisioterapia, profissão muito valorizada hoje, na recuperação de lesões esportivas. Esta pressão é sempre para que o atleta volte a treinar no menor tempo com recuperação completa. Para contornar esta situação, os departamentos médico, de fisiologia, fisioterapia, preparação física e técnico, precisam trabalhar com respeito e harmonia, de forma gradativa, finaliza.

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