Série Paradesporto: Basquete

A prática de atividade motora adaptada aumentou significativamente no Brasil na última década, impulsionada pela concepção de inclusão social. O basquete em cadeira de rodas teve início após a Segunda Guerra Mundial, servindo como agente facilitador na reabilitação dos lesionados de guerra. O esporte surgiu ao mesmo tempo nos Estados Unidos, com os veteranos de guerra, onde foi criado o primeiro time, e na Inglaterra. No Brasil, surgiu após duas pessoas terem ido participar de um programa de reabilitação nos Estados Unidos. Continuar a ler

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Série Paradesporto: Atletismo

O atletismo faz parte dos Jogos Paraolímpicos desde 1960, realizados na cidade de Roma. Já na 1ª edição, as provas contaram com a participação de homens e mulheres com os mais diversos tipos de comprometimentos físicos.
Desde a sua criação, os Jogos Paraolímpicos tornaram-se referência de superação e conquistas, atraindo um número cada vez maior de atletas e espectadores.
O avanço da tecnologia, a dedicação dos atletas ao esporte, o envolvimento de profissionais cada vez mais habilitados e o uso de implementos adequados como cadeira de rodas e próteses para deficientes físicos (ou o guia para deficientes visuais) são fatores que têm tornado realidade feitos esportivos até então inimagináveis para pessoas com necessidades especiais. Continuar a ler

Série Paradesporto: Petra

Criada em 1989 na Dinamarca, a Petra é praticada desde 2009 no Brasil. Uma parceria entre a ANDE, CPB e AETERJ, fez com que o esporte viesse a ser exercido no país. Uma equipe de profissionais da AETERJ foi a pioneira, em Belém. É uma modalidade dinâmica e veloz. É uma opção a mais para os atletas com paralisia cerebral.
O Race Running, como é chamado no exterior, é uma modalidade do atletismo onde os atletas correm com os seus próprios pés, apoiando-se a uma armação com três rodas anexadas a um suporte para o seu corpo. O corredor tem o apoio de um assento e de um suporte para tronco e o guidão é utilizado para direcionar. Continuar a ler

Série Paradesporto: Tiro Esportivo

O tiro estreou na Paraolimpíada de Toronto, em 1976. Na época, somente os homens competiram. Já nos Jogos de Arnhem (1980), na Holanda, as mulheres entraram com tudo nas disputas, inclusive nas provas mistas. Em 1984, as provas paraolímpicas mistas deixaram de existir, sendo retomadas em Barcelona. Na ocasião, a categoria mista voltou em substituição ao feminino. A volta dos três tipos de disputa aconteceu nos Jogos de Atlanta (1996). Nos Jogos Paraolímpicos de Sydney, em 2000, a disputa pelo ouro aconteceu entre homens, mulheres e nos confrontos entre ambos. Continuar a ler

Série Paradesporto: Tênis de Mesa

Três dos modernos jogos populares descendem diretamente do antigo jogo medieval de tênis, que costumava ser praticado tanto ao ar livre quanto em espaços fechados. Todos nasceram e se desenvolveram na Inglaterra, durante a segunda metade do século XIX: o tênis de campo, praticado com uma bola mais macia (borracha coberta de felpo) em terrenos gramados; o tênis de mesa (do mesmo modo, um passatempo social) em salas comuns; e o badminton, no qual se usa uma peteca no lugar da bola. Os três, atualmente, são esportes que exigem rapidez e destreza. Continuar a ler